Futuro do Basquete: Arsalan Kazemi


por Lucas Vian

A nonagésima primeira edição do bloco sobre grandes nomes atuais da NCAA traz Arsalan Kazemi, de Oregon.

Arsalan Kazemi atuando pelo Ducks. (Foto: Divulgação/Oregon)

Arsalan Kazemi atuando pelo Ducks. (Foto: Divulgação/Oregon)

Natural de Isfahan, no Irã, Kazemi começou sua carreira no basquete atuando em sua cidade natal, pela equipe do Zob Ahan, onde se formou na base e jogou na equipe profissional.

Ao completar 17 anos, Kazemi decidiu se mudar para os EUA, onde foi atuar por The Patterson School, na cidade de Lenoir, Carolina do Norte.

O iraniano se destacou atuando pela high school americana, além de se destacar com a baixa idade no campeonato profissional de seu país. Assim, recebeu propostas de Louisville, Maryland, Seton Hall, Syracuse e Oklahoma State, mas optou por Rice.

Pelo Owls, Kazemi conseguiu a titularidade desde sua temporada como calouro, 2009-10. Onde teve uma média de 10,3 pontos e 9,1 rebotes.

Essa média melhorou em sua segunda temporada por Rice. Ela aumentou para 15,2 pontos e 11 rebotes por jogo. Mantendo a média alta na temporada 2011-12, sendo ela de 12,1 pontos e 10,3 rebotes.

Para a temporada seguinte, Kazemi decidiu se transferir, após conseguir uma permissão especial da NCAA para não ficar uma temporada parado, ele foi para Oregon.

Atuando pelo Ducks, o iraniano conseguiu sua titularidade em seu primeiro ano. Como titular, Kazemi liderou Oregon ao March Madness, eliminando a candidata ao título Oklahoma State e Saint Louis, mas caindo diante da então campeã Louisville. Terminou sua única temporada pelo Ducks com 9,4 pontos e 10 rebotes por partida.

Opinião do Jornaleiro
Arsalan Kazemi possui enormes chances de ser o maior nome iraniano no basquete, desbancando Hamed Haddadi, hoje no Phoenix Suns. Kazemi possui uma boa velocidade e consegue concluir jogadas individuais muito bem. Aparenta estar pronto para a NBA, sem passar tempo na D-League. Agora só depende de quão aberta será a mente dos dirigentes do time que irá draftá-lo para colocar um jogador de uma nação inimiga dos Estados Unidos em quadra. Se fosse técnico do time que draftasse Arsalan Kazemi, as relações internacionais entre Irã e Estados Unidos não iriam me evitar de colocá-lo em quadra.

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Publicado em 18 de junho de 2013, em Basquete e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

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