Fica, Rogério


por Raphaela Viscardi

Quarta-feira, 23 de outubro de 2013, e mais um jogo difícil para o São Paulo no ano. Difícil não só pelo adversário, mas pela fase que o time vive. A Sul-Americana é a única chance que o clube tem de esquecer os péssimos momentos que viveu durante o ano. É certo que o sufoco no Campeonato Brasileiro já passou, agora basta manter-se no meio da tabela e já está de bom tamanho. Mas não é esse o São Paulo que os torcedores conhecem.

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Rogério Ceni foi o nome do jogo (Foto: divulgação/Spfc.net)

O time teve pela frente o Universidad Católica do Chile, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana, em Santiago, e bastava um empate com gols para se classificar. Porém, não foi tão simples quanto parecia. A Católica entrou com força máxima no jogo, pressionou desde os minutos iniciais e ainda contou com os inúmeros erros da defesa são paulina. Mas erros que foram totalmente supridos por Rogério Ceni.

O goleiro brilhou, brilhou não só pelas defesas, mas pela força, garra e confiança. Foram oito incríveis e mostrou, mais uma vez, o porque não deve se aposentar. Não agora, quando o time precisa dele, para, em 2014, voltar a brilhar e conquistar os títulos que todos estão acostumados a ver.

A partida contra a Católica foi daquelas que qualquer amante de futebol parou para ver. Chutes ao gol o tempo todo, lá e cá, bolas na trave, bolas tiradas em cima da linha. Aos 25 minutos, o placar já contava 2×2. Se a linha formada de quatro defensores: Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Douglas não funcionou. Lá na frente, com Ganso, Ademílson e Aloísio, não teve para ninguém.

O boi bandido foi outro que teve uma noite brilhante. Dois gols e uma assistência. Depois de um mês e meio sem marcar, quebrou o jejum na vitória por um a zero contra o Bahia e foi um dos grandes nomes do jogo de ontem, ao lado de Rogério Ceni. Já Ganso, apesar da expulsão no fim do segundo tempo, acertou passes precisos e deu assistência para o gol de Welliton. Ademílson não brilhou, mas fez o terceiro gol, imprescindível para a vitória de 4×3.

O jogo de ontem foi mais uma prova de que Muricy foi a contratação certa para ressuscitar o time, Ganso volta, aos poucos, a consagrar aquele futebol de 2010 e Rogério Ceni, o ídolo, o grande, o guerreiro querendo vocês ou não, um dos maiores nomes do Brasil, se não do mundo, não pode e não deve se aposentar.

Esta é uma opinião da integrante e torcedora e não reflete, necessariamente, a visão da equipe do Jornaleiros do Esporte.

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Publicado em 24 de outubro de 2013, em Futebol Nacional e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

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